O Morrinho do Capitão Linhares

Um dos primeiros proprietários de parte das terras que viriam a constituir o atual município de Morrinhos foi o Coronel José da Costa e Sá, natural de Santa Lucrécia, Braga, Portugal. No Ceará, ele obteve três datas de sesmarias, sendo uma delas na Serra da Ibiapaba, no ano de 1723, e outras duas, em 1733, ao longo do rio Aracati-Mirim, na porção que corta os municípios de Morrinhos e Santana do Acaraú.

Além dessas sesmarias, adquiriu significativas porções de terra ao longo da Ribeira do Acaraú. Em seu inventário, datado de 25 de setembro de 1746, constam como sendo de sua propriedade as fazendas Boa Vista, Morrinho e Morro Grande, cada uma medindo uma légua (6,6 km) de extensão (Araújo, 2005, p. 221). Ademais, consta no testamento de D. Maria Pereira, mulher de Manoel Ferreira Fonteles, datado de 3 de outubro de 1748, que a viúva de José da Costa e Sá era proprietária das terras limítrofes a Fazenda Tucunduba (Araújo, 2005, p. 230).

Parte dessas terras, provavelmente derivada da Fazenda Boa Vista, foi repassada a Agostinho Moreira Moura em função de seu casamento com Josefa de Moura da Fonseca, neta do Coronel José de Sá, originando o Sitio São Joaquim, ao norte do riacho de mesmo nome, conforme consta na declaração a Câmara de Sobral de 1788 (Frota, 1974).

Outra parcela significativa foi provavelmente herdada por sua filha, Luísa da Costa Araújo, que se casou com o português Capitão Manuel da Cunha Linhares, sobrinho-neto do sesmeiro Félix da Cunha Linhares, em 1754. Capitão Linhares foi um homem influente nos primórdios da capitania, tendo sido eleito várias vezes vereador da Vila de Fortaleza (Studart, 2001). Com a criação da Vila de Sobral, em 1773, Manuel da Cunha Linhares foi designado tesoureiro do Porto do Acaraú, juntamente ao seu sobrinho, Capitão José de Araújo Costa (Frota, 1974b, p. 278).

Nessa época a propriedade era referida apenas como fazenda do Capitão Linhares, sendo que o topônimo Morrinho (no singular) foi-lhe atribuído em função da existência no local de uma elevação ou morro, atualmente denominado “Serrote do Cafim”, que pode ser avistada a quilômetros, sendo um bom ponto de referência para localizá-la (Avelino, 2020, p. 48).

Morrinhos e, ao fundo, o Serrote do Cafim.

Como o próprio nome sugere, essa Fazenda representa hoje grande parte da cidade de Morrinhos, tendo influenciado diretamente a denominação desse município. A mudança do nome para o plural foi bastante posterior, e veio no sentido de contemplar os diferentes morros existentes na região (Silveira e Silveira, 2009).

Do casamento do Capitão Linhares com Luzia da Costa nasceram cinco filhos:

1. Maria do Carmo Linhares, nascida 1757, c.c. o português Antônio Miguel de Sousa, filho de José de Sousa e Maria do Amaral, em 16 de novembro de 1788.

2. Ana Rita dos Anjos, nascida por volta de 1760, c.c. o açoriano Capitão José Tavares do Amaral, filho de Manoel Tavares do Amaral e Joana Batista, em 4 de novembro de 1773.

3. Tenente Inácio da Cunha Araújo, nascido por volta de 1760, c.c. Maria Braga de Avelar, filha do Capitão-mor Domingos Francisco Braga e Elena Ferreira da Cunha, em 10 de outubro de 1776.

4. Francisca Teresa de Jesus, nascida em 24 de fevereiro de 1761, c.c. o Capitão português Manoel Oliveira Dias, filho de Domingos da Costa Dias e Marcelina de Oliveira, em 17 de outubro de 1783.

5. Luíza da Costa Cunha, c.c. Pedro José da Cunha, filho e Antônio José Rodrigues e Luíza da Costa, em 31 de janeiro de 1790.

Um vez casados, o casal passou a residir no atual município de Amontada, confiando a Fazenda Morrinho ao seu sobrinho Pedro de Araújo Costa, que trabalhava como vaqueiro da propriedade, juntamente com o curador e criador João da Silveira Dutra (Silveira e Silveira, 2009, p. 35).

Cabe aqui esclarecer que nessa época o vaqueiro atuava como sócio do dono da fazenda, geralmente tendo direito à posse de uma a cada quatro crias nascidas, a chamada quarta. Uma fazenda com grande número de currais chegava a ter dois ou três vaqueiros, cada um deles com dois a quatro auxiliares que tinham direito a repartição da quarta (Souza, 1994, p. 18). Uma vez que tanto Pedro de Araújo Costa, quanto João da Silveira Dutra deixaram grande descendência na região, analisaremos mais detidamente suas trajetórias.

Pedro de Araújo Costa

Pedro de Araújo Costa Filho nasceu em 24 de março de 1723 no lugar chamado Estrufe, Freguesia de Santa Lucrécia de Louro, Portugal, filho Pedro de Araújo Costa e Maria da Costa de Sá. Veio para o Brasil na década de 1740, quando tinha por volta de 20 anos, junto com seus dois irmãos, José Araújo da Costa e Manoel de Araújo e Sá, possivelmente a convite dos tios Manuel da Cunha Linhares e José da Costa e Sá (Araújo, 2000, p. 156).

Os três irmãos passaram a infância e a adolescência no ambiente doméstico da aldeia de Estrufe, situada no fértil Vale do Louro, às margens do rio Este. Ali aprenderam desde cedo o ofício da terra. Ao atingirem a maioridade, decidiram juntar algum dinheiro e, no porto vizinho da Vila do Conde, embarcaram em um dos frequentes patachos que partiam rumo a Pernambuco, enfrentando uma longa e tormentosa travessia. Entre o Porto de Recife e o Acaraú, o vai e vem das pequenas embarcações — especialmente durante o florescimento do comércio das charqueadas — era intenso. Foi a bordo de um desses paquetes que chegaram às praias acarauenses (Lima, 2006, p. 18).

Quanto a seus irmãos, José casou-se com Brites de Vasconcelos, uma das sete irmãs, e se estabeleceu na Fazenda Lagoa Grande, em Bela Cruz, enquanto que Manoel casou-se com Ana Maria indo residir na Fazenda Boa vista, de seu tio, não deixando descendência conhecida (Araújo, 2000, p.165).

Em 1780, Pedro de Araújo Costa casou-se com Maria José de Jesus, neta de Manoel Ferreira Fonteles, filha de Bibiana Ferreira e Quintiliano Dias Leitão. Não se sabe ao certo como, mas em algum momento Pedro Araújo Costa tornou-se proprietário da Fazenda Morrinho, onde faleceu aos 19 de julho de 1797, com 74 anos de idade (Avelino, 2020, p. 121). Segundo a Profª Valdenice Carneiro Girão, era comum que os vaqueiros se transformassem em donos de fazendas por herança ou vaqueirice, adquirindo as propriedades que lhes foram entregues para cuidar (Souza, 1994, p. 35).

Em 1788, Pedro de Araújo Costa administrava uma grande produção agrícola na Fazenda Morrinho, sendo anualmente cultivado; feijão, milho, mandioca, algodão, na referida fazenda também havia criação de diversos animais como; gado vacum, potros, cabras, ovelhas a mão de obra ficava sobre responsabilidade do vaqueiro João da Silveira Dutra, que também capitaneava 8 africanos escravizados, e possivelmente alguns trabalhadores livres (Avelino, 2020, p. 51).

Da união de Pedro e Maria José nasceram cinco filhos:

1. Joaquim de Araújo Costa, casado com Joana Maria de Jesus, filha de Antônio Soares Bulcão e Teodora Ignácia de Menezes, a 20 de setembro de 1805. O casal passou a residir no sitio Tabubas, Bela Cruz. Joaquim de Araújo Costa faleceu a 6 de agosto de 1863.

2. Francisco de Araújo Costa, casado com Rita Madeira de Vasconcelos, filha de Joaquim Reis Gomes e Antônia Maria do Espírito Santo, a 6 de agosto de 1811.

3. Emerenciana Maria do Espírito Santo, casada com o português Domingos Dias da Silva, filho de Cosme Gomes e Maria do Rosario, a 31 de janeiro de 1808, na Capela de Almofala, na presença do Pe. Francisco Moreira de Sousa;

4. Maria de Araújo Costa, falecida ainda criança, a 20 de novembro de 1785.

5. Francisca de Araújo Costa, casada com José de Silveira Dutra, filho de João da Silveira Dutra e sua segunda mulher Maria da Conceição Araújo, a 20 de novembro de 1814, na Matriz de Sobral. Falecida em 4 de fevereiro de 1868.

João da Silveira Dutra*

João da Silveira Dutra nasceu em 18 de fevereiro de 1719, sendo natural da freguesia de Cedros, conselho da Horta, Ilha do Faial, no Arquipélago dos Açores. Era filho de Manoel da Silveira Dutra e Josefa da Silveira. Possui ascendência flaminga, sendo que seu sobrenome é resultado de um aportuguesamento de "van Hurter", que se traduziu "de Utra" e, finalmente, Dutra (Lima, 2016, p. 1080).

João emigrou para o Brasil por volta de 1746, na mesma época dos irmãos Araújo Costa, provavelmente incentivado pelos benefícios oferecidos a partir de ato do rei Dom João V, o qual motivou uma intensificação da migração açoriana. Atuou como curador e criador da Fazenda Morrinho, de José da Costa e Sá.

Casou-se duas vezes, a primeira com Maria Soares Monteiro em 26 de novembro de 1746, filha de Caetano Soares Monteiro e Luísa Ferreira Fonteles, sendo, portanto, neta de Manoel Ferreira Fonteles. Após o casamento, João e Luísa foram morar na Fazenda Olhos d’Agua do Chora, de propriedade dos pais de Luísa. Desse casamento, nasceram sete filhos:

1. Alferes Antônio Pereira Dutra, nascido por volta de 1747, c.c. Ana Maria Leite, filha de Manoel Carlos Vasconcelos e Joana Correia da Silva, em 16 de novembro de 1778.

2. Francisco Xavier Silveira Pereira Dutra, nascido por volta de 1750, casado duas vezes. A primeira com Florência Coelho de Albuquerque, filha do Capitão Antônio Coelho de Albuquerque e Joana Teixeira de Morais, em 19 de setembro de 1771. E a segunda com Ana Gonçalves Rosa, filha de João Gonçalves Rosa e Florência Furtado de Mendonça, em 14 de novembro de 1794.

3. José Pereira Dutra, nascido por volta de 1754, c.c. Antônia Maria da Cruz, filha de José Nunes Ximenes e Eugênia Maria de Oliveira, em 14 de outubro de 1772, na Meruoca.

4. Maria Soares Silveira Dutra, nascida por volta de 1755, c.c. Pedro Coelho Pinto, filho do Capitão Antônio Coelho de Albuquerque e Joana Teixeira de Morais, em 23 de setembro de 1771.

5. João da Silveira Dutra Filho, nascido por volta de 1761, casado duas vezes. A primeira com Adriana Francisca de Araújo Menezes, filha de Jerônimo Bezerra de Menezes e Francisca Antônia de Araújo Menezes, em 22 de setembro de 1784. E a segunda com Genoveva Lopes Mendonça em 26 de junho de 1800.

6. Inácia da Silveira Dutra, nascida por volta de 1762, c.c. Francisco Xavier de Vasconcelos, filho de Manoel Carlos de Vasconcelos e Joana Correia da Silva, em 20 de abril de 1780.

7. Manoel Pereira Dutra, nascido por volta de 1764, c.c. Ana Maria de Albuquerque, filha do Capitão Antônio Coelho de Albuquerque e Joana Teixeira de Morais, em 8 de novembro de 1781.

Maria Soares Monteiro faleceu em 29 de julho de 1765, ficando seu pai, Caetano Soares Moreno, como curador de seus filhos. Seu inventário evidencia que nessa época o casal já possuía grandes extensões de terras, além de um significativo patrimônio agropecuário, avaliado em mais de 500 mil réis, e composto por aproximadamente 350 cabeças de gado bovino, além de um plantel significativo de animais de tração e transporte. 

Como bens imóveis, além da casa onde moravam — descrita como “sem portas”, localizada em uma extensão de terra de meia légua (3,3 km) na Fazenda Olho d'Água do Chora, também constava um sítio denominado Macaco, no Aracati Mirim; uma légua e meia (9,9 km) de terras situadas no Riacho dos Porcos, onde se encontravam seus pastos; além de um sítio de lavoura na Serra da Meruoca, chamado Santa Rosa, adquirido por desobriga.

João da Silveira Dutra casou-se novamente com Maria da Conceição Araújo Menezes, natural de São Bento da Amontada, filha do Capitão-mor Gabriel Cristovão Meneses, natural da Ilha da Madeira, e Bernarda Correia Araújo, em 8 de setembro de 1766. Desse casamento nasceram mais12 filhos:

8. Gabriel da Silveira Dutra, nascido em 24 de novembro de 1767, c.c. Maria do Carmo dos Prazeres, filha de José Félix da Silva e Joana Maria Ricarte, em 29 de agosto de 1790.

9. Joaquim Pereira Dutra, nascido em 10 de outubro de 1770, c.c. Angélica Maria de Jesus Mendes Vasconcelos, filha de Antônio Mendes Vasconcelos e Ana Joaquina de Jesus, em 23 de outubro de 1797, em Bela Cruz.

10. João Pereira Dutra, nascido em 1771, c.c. Floriana Maria da Conceição, filha de Manoel Pereira Pinto e Maria Marques da Conceição, em 23 de setembro de 1816.

11. Antônio José do Espírito Santo Dutra, nascido em 9 de junho de 1772, c.c. Quitéria Maria de Vasconcelos, filha de Manoel Lourenço da Costa Junior e Ana Maria Ferreira de Vasconcelos, em 28 de julho de 1800.

12. Manoel da Silveira Dutra, nascido por volta de 1776, c.c. Maria Álvares Pereira, filha de Antônio Mendes Vasconcelos e Ana Joaquina de Jesus, em 10 de setembro de 1801.

13. Luzia Maria da Conceição da Silveira, nascida por volta de 1777, c.c. Amaro do Prado Leão, filho de Miguel do Prado Leão e Ana Maria de Vasconcelos, em 20 de julho de 1797.

14. Angélica Maria da Encarnação Dutra, nascida em 13 de março de 1780, c.c. Gabriel Jozé de Lima, filho de Jozé de Lima Ávila e Ana Gonçalves Rosa, em 7 de abril de 1799.

15. José da Silveira Dutra, nascido em por volta de 1785, c.c. Francisca de Araújo Costa, filha de Pedro de Araújo Costa e Maria José de Jesus, em 20 de novembro de 1811.

16. Maria Raimundo da Conceição, c.c. Anastácio Teles de Menezes, filho de Gabriel Teles de Menezes Cavalcante e Maria da Conceição Gomes Frota, em 26 de novembro de 1806.

17. Ana Francisca da Encarnação Dutra, c.c. Alexandre José d'Albuquerque Maranhão, filho de Antônio Carvalho d'Albuquerque e Joana da Silva Cavalcante, em 7 de janeiro de 1800.

18. Maria da Conceição Dutra, c.c. Antônio Lopes Prado, filho de Miguel Prado Leão e Ana Maria de Vasconcelos, em 27 de junho de 1798.

19. Quitéria Maria do Espírito Santo Dutra, c.c. Manoel Ferreira da Rocha, filho do Ajudante Francisco de Faria Almeida e Ana Ferreira do Espírito Santo, em 4 de julho de 1796.

João da Silveira Dutra faleceu aos 05 de fevereiro de 1795 com setenta e seis anos de idade na fazenda Lagoa do Chora da freguesia de Sobral, tendo sido enterrado, envolto em um hábito franciscano, na Capela de Sant'Anna, pelo pároco Joaquim Costa de Mendonça, Cura da Vara de Sobral.


O Testamento de D. Luiza da Costa

Não se sabe exatamente quando faleceu o Capitão Manoel da Cunha Linhares, mas é certo que o foi antes de sua esposa, a qual partiu dessa vida a 11 de maio de 1788, então viúva. O capitão e sua esposa, como muitos do seu tempo, eram donos de escravos e em uma última atitude de misericórdia, D. Luiza, talvez por peso na consciência, teria prometido em testamento alforriar alguns de seus cativos.

Entretanto, mais de 70 anos pós sua morte, em 14 de dezembro de 1859, o comandante do destacamento policial de Acaraú, Ignácio Joaquim de Jesus, em correspondência ao presidente da província, Marcelino Nunes Gonçalves, informaou ter capturado o Tenente-Coronel Antônio Thomé Rodrigues, sob a acusação de que este teria subtraído o testamento de D. Luiza. O dito Antônio Rodrigues, ao eliminar a única prova da promessa de libertação, teria tentado tomar por escravos algum(s) dos ex-cativos, ou seus descendentes [1].

Sabe-se que no Brasil escravista, dar sumiço a testamentos era uma prática, em alguma medida usual, utilizada principalmente por herdeiros que não pretendiam respeitar a vontade que o parente falecido deixara consignado naqueles documentos. Nessas situações, às vezes após a morte dos ex-proprietários, libertos que vinham sentindo o gosto da liberdade eram lançados de volta à escravidão pelos legatários do falecido e o cativeiro se prolongava com os descendentes daqueles que foram reescravizados (Pedroza, 2021, p. 43).

Provavelmente foi o que ocorreu com as pessoas que foram escravizadas e/ou reescravizadas por Antônio Thome Rodrigues, motivo pelo qual ele estava sendo processado na Justiça criminal. Apesar da acusação, o réu foi inocentado em primeira e segunda instância, gozando, até onde se sabe, o resto de sua vida em plena liberdade. Não se sabe quem eram esses escravizados e/ou reescravizados ilegalmente, seus nomes, quantos eram e menos ainda seus destinos depois dessa batalha judicial (Pedroza, 2021, p. 44).

Entretanto, localizou-se um ofício da mesma época enviado pelo chefe de política ao presidente da província do Piauí informa ter libertado duas pessoas vendidas como cativos pelo dito Coronel:

Em virtude de que V. Ex.º me recomendou em officio reservado de 07 do corrente, nesta data dirigi aos doutores Chefes de Polícia do Pará, Maranhão e Ceará, os ofícios por cópia inclusos, acerca dos libertos Quirino e Cipriano que como escravos fora, vendidos pelo Tenente Coronel Antonio Thomé Rodrigues [2].

Apesar de não ser possível afirmar que os cativos mencionados são os mesmos libertados por D. Luiza Costa, é uma sugestiva coincidência.

Diego Carneiro
26 de setembro de 2025
Como citar esse texto:
CARNEIRO, Diego. O Morrinho do Capitão Linhares. História e Genealogia do Baixo Acaraú [recurso eletrônico]. Fortaleza, 26 de setembro de 2025. Disponível em: https://genealogiabaixoacarau.blogspot.com/2025/08/o-morrinho-do-capitao-linhares.html

Referências
ARAÚJO, Pe. Francisco Sadoc de. Cronologia Sobralense- Séculos XVII e XVIII- 1604-1800. 2ª edição. Volume 1/ Fortaleza: Edições ECOA, 2005.
ARAÚJO, Pe. Francisco Sadoc de. Raízes Portuguesas do Vale do Acaraú. 2ª edição. Sobral: Edições UVA, 2000.
AVELINO, Fábio Júnior. Ocupação Colonial e Escravidão Negra nas terras que hoje fazem parte do Município de Morrinhos (1725-1889). Monografia. Sobral: Universidade Vale do Acaraú, 2020.
LIMA, Francisco Augusto de Araújo. Siará grande: uma província portuguesa no Nordeste oriental do Brasil. Fortaleza: Expressão Gráfica e Editora, 4 volumes, 2016.
LIMA, Francisco Augusto de Araújo. Sobral, Iraque, Ed. Artes Digitais, Fortaleza, 2006.
FROTA, Luciara S. Aragão (Org). Estudo sobre o Remanejamento da Pecuária na Zona Norte do Ceará. Fortaleza: SUDEC, 1974, 2 volume.
FROTA, D. José Tupinambá da Frota. História de Sobral. Fortaleza: Editora Henriqueta Galeno, 1974b.
PREDOZA, Antonia Marcia Nogueira. Hoje vou tratar de meus direitos: liberdade precária, escravização ilegal, reescravização e o apelo à justiça, no Ceará provincial (1830-1888). (Tese de Doutorado). Fortaleza, UFC, 2021.
SILVEIRA, João Leonardo; SILVEIRA, Maria Luiza Rocha. Morrinhos: Sua História e sua Gente. Fortaleza: Realce, 2009.
SOUZA, Simone. História do Ceará. Fortaleza: Fundação Demócrito Rocha, 1994.
STUDART, Barão de. Datas e factos para a história do Ceará./Barão de Studart. Edição fac-sim.- Fortaleza: Fundação Waldemar Alcântara, 2001
*Informações compiladas por Ângela Ferreira na plataforma FamilySearch. Disponível em: https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/KGC3-T9X

[1] Correspondência enviada pelo Cabo e Comandante do destacamento da vila de Acaracu Ignacio Joaquim de Jesus para o presidente da província do Ceará Marcelino Nunes Gonçalves em 14 de dezembro de 1859. BR.CEAPEC.GP.CP.PP.CORE.88. DOSSIÊ: 88-97. CAIXA: 07, 1859, f.08. Fundo da Chefatura de Polícia da Província do Ceará. Acervo do Arquivo Público do Estado do Ceará.
[2] Arquivo Público do Estado do Piauí. Sala do Poder Executivo. Secretaria de Polícia. Correspondência da Secretaria de Polícia. 1860-1868. SPE. COD. 133. ESTN. 02. PRAT. 01.
Inventário de Maria Soares Monteiro. Br. Ce. NEDHIS, UVA, CH, FM, P., Inv. 02, Dossiê 02/07, Caixa 12, Ano 1765.

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