De Caiçara a Sobral


Muito já foi escrito sobre a origem de Sobral, de modo que tenho pouco a avançar frente aos competentes esforços dos pesquisadores que me precederam. Ademais, apesar de Sobral estar fora do escopo original desta pesquisa, que tem como objeto principalmente o Baixo Vale do Acaraú, são incontáveis as referências a Princesa do Norte e seus primeiros colonizadores, de modo que a obra não estaria completa sem abordá-la, mesmo que brevemente. Portanto, essa postagem visa tão somente apresentar as principais referências sobre o tema, de modo a contextualizar aos leitores, dada sua importância.

A Lenda de Frei Cristóvão

Existe uma lenda transmitida oralmente, segundo a qual a primeira presença europeia na região do atual município de Sobral teria se dado por meio de uma expedição missionária vinda do Maranhão nas primeiras décadas do século XVII. Composta por quatro clérigos e quinze soldados, essa missão teria por objetivo inicial levar o evangelho aos indígenas que habitavam a região da Ibiapaba. Sob seu comando estava o lendário Frei Cristóvão de Lisboa (Lira, 1971, p. 15).

Entretanto, um desentendimento conflituoso com os indígenas teria levado o grupo a desviar-se do caminho. Perseguidos pelos nativos hostis, e após percorridas muitas léguas, foram guiados por um indígena amigo ao arredores da serra da Meruoca, onde hoje situa-se o município de Sobral (Município de Santana, 1926, p. 28).

Ao atingirem a região sobralense, foram mais uma vez atacados pelos Tabajaras próximo a um afloramento rochoso na região que hoje corresponderia a antiga fábrica de tecidos, atual campus da Universidade Federal do Ceará. O local, que ficou por algum tempo conhecido como Fortaleza, ostentava até 1893 marcadas com tinta vermelha onde se viam pintados rostos humanos e outros sinais (Frota, 1974, p. 46).

Nesse conflito, um dos padres da missão teria sido alvejado e morto, tendo sido enterrado as pressas. Sobre a sepultura desse dito padre anônimo, anos mais tarde teria sido erguida a a primitiva capela que deu origem a povoação de Caiçara, atual Catedral de N. S. da Conceição  (Linhares, 1922, p. 264). Em outra versão, a comitiva, fugindo do conflito, foi parar em Santana do Acaraú, o que já foi abordado em outra postagem.

É difícil precisar o que há de verdade nessa história. Ao que parece, existem evidências de que Frei Cristóvão de Lisboa de fato veio ao Ceará no ano de 1626 (Studart, 1896, p. 37). Segundo o relato de Bernardo Berredo (1749), nesse ano Frei Cristóvão de Lisboa deixou Belém para visitar o Ceará. Ao chegar ao Maranhão, sem conseguir uma embarcação mais adequada, organizou sua comitiva em duas canoas e partiu no dia 18 de maio. Entretanto, o mar revolto os obrigou a seguir por terra, enfrentando mais de um mês de marcha com fome e cansaço.

Na véspera do dia de São João, foram atacados por cerca de 90 índios tapuias. Apesar de mal armados e em menor preparo, resistiram bravamente, com Frei Cristóvão empunhando espada e escudo e animando os companheiros. Perderam a bagagem e alguns aliados, mas obrigaram os inimigos a negociar paz. Finalmente, em 25 de junho de 1626, chegaram ao Presídio do Ceará, acolhidos pelo capitão Martim Soares (Berredo, 1988).

D. José Tupinambá da Frota é cético quanto a se os acontecimentos narrados de fato poderiam ter se dado em Sobral. Nessa época os sertões do Ceará eram totalmente desconhecidos e despovoados e todas as comunicações ao norte se faziam pelo litoral, através de Jericoacoara. Além disso, há certa incoerência temporal, visto que a batalha teria acontecido na véspera do dia de São João (23 de junho) e achegada ao Presídio, apenas três dias depois, em 26 de junho. Portanto, é mais provável que o evento narrado tenha se dado no litoral próximo a Fortaleza, e não em Sobral (Frota, 1974, p. 48).

Ademais, Berredo menciona os nomes dos três padres que acompanharam Frei Cristóvão de Lisboa, feridos no ataque, eram eles os freis João e Baltazar João Correia e o padre secular João Pereira, o qual havia sido vigário da Matriz do Pará. Anos mais tarde, em 1612, padre Baltazar João Correia foi designado como vigário do Presídio do Ceará, sendo considerado um dos primeiros da igreja cearense (Leal, 1993, p. 41).

Primeiros Colonizadores*

Segundo Pe. Sadoc Araújo, o território onde hoje encontra a cidade de Sobral pertencia a sesmaria confirmada em 14 de outubro de 1702, pelo capitão-mor Francisco Gil Ribeiro a dois vereadores da Câmara da recém-criada Vila de Aquiraz: Antônio da Costa Peixoto e Leonardo de Sá (Araújo, 1978, p. 23). A referida sesmaria media três léguas de comprimento por uma de largura, abrangendo igualmente as margens do rio (Cfr. Livro de Sesmarias, nº 117). À margem direita do rio, em terras desta sesmaria, foram construídas as Fazendas Várzea Grande e Marrecas, e à margem esquerda as Fazendas Caiçara, Cruz do Padre e Pedra Branca (Araújo, 2005, p. 75).

Antônio da Costa Peixoto, natural de Portugal, chegou ao Ceará por volta de 1676, fixando residência junto ao Forte no qual serviu como soldado. Aí constituiu família, conseguindo também ter grande influência social e política nos primórdios da organização da Colônia, tendo sido eleito vereador na primeira eleição realizada no Ceará, em Iguape, a 25 de janeiro de 1700. Em 1694 conseguiu sesmaria às margens do rio Siupé onde posteriormente fixou residência (Araújo, 2005, p. 75). Foi ele o primeiro proprietário das terras em que se edificaria a Fazenda Caiçara, núcleo originário da futura cidade de Sobral.

O termo “Caiçara”, de origem tupi, significa “cerca feita de mato” e, por extensão, tapume, trincheira ou arraial. A palavra deriva de caá (mato) + yçá (cerca, estaca) + ara (sufixo). Segundo Teodoro Sampaio, havia diferentes tipos de cercas utilizadas nas aldeias indígenas, como estacadas unidas, de troncos espaçados, de rede ou de ramagem, sendo esta última chamada kaiçã, que evoluiu para caiçara. Esses cercados protegiam casas, criações e roçados, e deram origem a diversos topônimos no Nordeste. No caso de Sobral, o nome “Caiçara” designou a localidade até sua elevação à categoria de vila e sede de município (Araújo, 2000, p. 21).

Tem-se conhecimento de dois filhos de Antônio Peixoto: Nicolau da Costa Peixoto e Apolônia da Costa. O primeiro, casado com Paula de Sá, filha do outro sesmeiro Leonardo de Sá, fixou residência no baixo Acaraú, região onde hoje se encontra a cidade de Bela CruzQuanto à Apolônia, sabemos que herdou terras de seu pai nesta Ribeira, exatamente onde se encontra a cidade de Sobral, sendo portanto a segunda proprietária destas terras. Casou-se com o Sargento-mor Antônio Marques Leitão, natural de Óbidos, Portugal, e residente no Siupé.

Deste casal nasceram sete filhos, três dos quais vieram residir na Ribeira do Acaraú para ocupar e administrar as terras da sesmaria da família. Foram eles:

1. Antônio da Costa Leitão, sapateiro, casado a 6 de junho de 1740, na Capela da Santana, com Maria Barbosa, filha legítima de Domingos Rodrigues Peniches e Inês Barbosa. Residia na Fazenda Cruz do Padre, distante dois quilômetros da Caiçara, onde faleceu a 8 de julho de 1773, exatamente dois dias antes da criação da Vila de Sobral.

2. João Marques da Costa, criador, casado, a 1º de março de 1745 na Capela de Almofala, com Ana Maria Josefa de Barros, filha legítima do escrivão Luís Vieira de Barros e Rosaura Gomes de Oliveira, Residia na Fazenda Marrecas, onde faleceu a 18 de abril de 1785, deixando numerosa prole de 14 filhos.

3. Quitéria Marques de Jesus que foi a terceira proprietária da Fazenda Caiçara. Casou-se, à 5 de março de 1733, com o Capitão Antônio Rodrigues Magalhães, natural do Natal dos Reis Magos, Rio Grande do Norte, filho legitimo de Luís de Oliveira Magalhães, e Isabel Gonçalves. O casal, Antônio Rodrigues Magalhães e Quitéria Marques de Jesus, residiram durante muito tempo no Siupé onde nasceu a maioria de seus filhos. Pelo ano de 1750, o casal se transferiu-se definitivamente para a Fazenda Caiçara, berço e Sobral, onde fez doação de cem braças de terras em quadro para a constituição do patrimônio da Capela de Nossa Senhora da Conceição da Ribeira do Acaraú. Dona Quitéria faleceu a 31 de agosto de 1758 e foi sepultada na Matriz da Caiçara. 

Falecendo Dona Quitéria, a Fazenda Caiçara tocou por herança à sua filha caçula Bárbara Maria, que foi, assim, a quarta proprietária destas terras. Bárbara Maria foi batizada a 7 de janeiro de 1755 na Matriz da Caiçara e se casou, a 9 de setembro de 1786, com Antônio José Marinho, filho legítimo de João Machado do Rego e Maria Francisca. Até aqui, as terras da Caiçara pertenceram à mesma família. Por esta tempo, já havia um povoado relativamente adiantado centro que era de toda a região.

O casal Antônio José Marinho e Bárbara Maria arrendou as terras a Luís Soares Ferraz Porto pela quantia de oito mil réis por ano, e logo após as vendeu a José Mendes Machado que foi assim o quinto proprietário. Com estas vendas, a Fazenda saiu das mãos da primeira família. José Mendes Machado era filho do Capitão Cosme Frazão de Figueroa e D Maria Coelho de Vasconcelos, residentes na Fazenda Sapó hoje município de Santana do Acaraú, e se casou, à 2 de setembro de 1747, com Antônia Maria Lopes, filha legítima de José Leitão Arnoso e Maria Lopes Leitão.

No inventário de José Mendes Machado feito na Caiçara, no dia 18 de dezembro de 1772, diz-se que “possuía uma sorte de terra de criar gados neste próprio lugar chamado a Caiçara, com uma légua de comprido pelo rio Acaraú acima e meia de largo para fora dele, tudo somente para a parte do poente, pegando no comprimento das testadas da Fazenda Pedra Branca do Capitão Francisco Cunha de Araújo até contestar com terras da Fazenda Corgo da Onça, do Capitão Vicente Lopes Freire; e na largura pegando da beira do mesmo rio Acaraú, buscando a serra chamada Beruoca, até contestar com as terras do Capitão Antônio Miguel Pinheiro, excetuando-se cem braças de terras que dentro da referida povoação pertencem a N. S. da Conceição, a qual légua de terra houve por título de compra que dela fez ao Alferes Antônio José Marinho e sua mulher Bárbara Maria de Jesus”.

José Mendes Machado doou um quarto de légua desta terra, exatamente o sítio Cruz do Padre, para dote de casamento de sua filha Inácia Maria que, a 2 de agosto de 1768, contraiu núpcias com Francisco Rodrigues da Cruz. Com a morte de José Mendes Machado, ocorrida a 26 de dezembro de 1771, os restantes três quartos de terra foram herdados por seus outros filhos Matias, Antônio, José e Vitorino. 

A parte central, exatamente cercando as casas da Povoação, tocou ao filho Matias Mendes Machado que era soldado servindo na guarnição do Forte de N. S. da Assunção, Fortaleza, que foi assim o sexto proprietário. Por residir em Fortaleza, impossibilitado de ocupar e administrar estas terras, o soldado Matias as vendeu ao preto forro Manoel de Sousa Leal, que foi o sétimo proprietário. Manoel de Sousa Leal era negro natural da África, nascido na costa de Mina casado com Vitorina de Sousa Dorneles, filha do preto Antônio, natural de Angola e escravo do CapitãoAntônio Coelho de Albuquerque.

Apesar de ser homem de cor, Manoel de Sousa foi pessoa influente na Vila de Sobral, não só por possuir as terras circunvizinhas da Vila, como também por ter sido, por muito anos, arrendatário do contrato da venda de carnes verdes e responsável pelo açougue público. Esta função lhe deu oportunidade de fazer economias e acumular relativa fortuna com que conseguiu comprar o terreno.

Neste tempo, a Capela de N. S. do Rosário dos Pretinhos, situada hoje no centro comercial de Sobral, servia aos homens e famílias de cor, tendo à frente de sua administração o Alferes Eusébio de Sousa Farias. Para garantir o sustento do culto desta Capela, o administrador propôs compra das terras a Manoel de Sousa Leal, com o fim de constituir bom patrimônio. Realmente assim aconteceu, a venda foi feita e as terras passaram a pertencer ao patrimônio da Capela de Nossa Senhora do Rosário, em 1795.

A partir desta data, tornou-se terreno foreiro, de quando então começou a ser retalhado em palmos para edificação do casario da florescente Vila e atual cidade moderna de Sobral. E assim, ainda hoje, quase toda cidade de Sobral está edificada em terrenos aforados pertencentes ao patrimônio da Capela de Nossa Senhora do Rosário.

* Adaptado de Araújo (1978, p. 19-27)

Organização Política e Administrativa

Uma confluência de fatores colaborou para que Sobral despontasse como maior adensamento urbano da Região Norte do Ceará. Entre eles, pode-se destacar a posição geográfica privilegiada, ao lado do rio Acaraú, em posição quase central entre sua nascente e sua desembocadura no Oceano Atlântico, o que permitia um acesso fácil aos portos do Acaraú e de Camocim, bem como às missões da Ibiapaba e de Almofala.

Com o desenvolvimento da pecuária, inicialmente através do gado vivo e, posteriormente, por meio do charque, consolidaram-se as chamadas estradas de boiada, interligando entre si e ao mercado consumidor as distantes fazendas da região. Dois desses caminhos, ligando o litoral e o sertão, se cruzavam precisamente na antiga Fazenda Caiçara, o que fazia dessa localidade um natural entreposto comercial.

Mas foi com a chegada do primeiro vigário, Padre Matinhos, e a posterior instalação do curato do Acaraú em 1722 que a região ganha mais centralidade (Brasil, 1972, p. 108). Como descrito em outro post, a jurisdição do curato compreendia uma ampla área, deste o rio Mundaú até a Serra da Ibiapaba, que agora estavam eclesiasticamente subordinadas a Caiçara, a ela vinha em busca dos serviços espirituais.

Em 1748 os vereadores da Câmara de Aquiraz encaminharam um ofício a corte solicitando a transferência da capital da província da Vila de Fortaleza para a "Ribeira do Acaraú, lugar chamado Caiçara" (Frota, 1974, p. 271). Apesar de o pedido ter sido negado em função de um parecer emitido por Pernambuco, reconheceu-se que o povoamento já possuía aspectos de uma vila colonial.

Em 1757, o Curato do Acaraú foi dividido em quatro freguesias, sendo Sobral a sede de uma delas. Nesse período, em função das reformas pombalinas, houve um esforço administrativo para criar novas vilas em toda a colônia, o que também alcançaria a Caiçara (Costa e Rocha, 2008, p. 13). Conforme relatório do Padre João Ribeiro Pessoa, em 1768 Sobral contava com 75 casas, sendo 53 cobertas com telhas (Frota, 1974, p. 273).

Após uma visita do então Governador Capitão-mor Borges da Fonseca, que decidiu-se criar na povoação de Caiçara a Vila Distinta e Real de Sobral, no ano de 1772, sendo a mesma instituída no dia 5 de julho de 1773 pelo Ouvidor Geral João da Costa Carneiro e Sá. Aparentemente, o nome Sobral foi uma homenagem do Ouvidor a sua terra natal, visto que o mesmo era originário do Distrito de Sobral, Freguesia de Viseu, ao norte de Portugal (Frota, 1974, p. 284).

Para marcar a criação da vila foi construído o pelourinho, símbolo da supremacia local, que consistia em uma coluna de pedras erguida em local público, onde eram pregados os editais e castigados (ou mortos) os contraventores (Araripe, 1867, p. 350). No mesmo dia também foram empossados os membros da primeira Câmara de Vereadores de Sobral, que deveriam exercer o cargo até o fim do referido ano. Foram eleitos para Juízes, o Sargento-mor Sebastião de Albuquerque Melo e Capitão Manoel José do Monte; Juiz de Órfãos, Gregórios Pires Chaves; Vereadores: Capitão Vicente Ferreira da Ponte e Manoel Coelho Ferreira.

Assinaram a ata de criação da Vila de Sobral:

Bernardo Pereira Gomes Pessoa (Escrivão), João da Costa Carneiro e Sá (Ouvidor Geral), Bento Pereira Vianna, Jeronimo Machado Freire, José Xerez Furna Uchoa, Sebastião de Albuquerque Mello, Luiz de Souza Xerez, Alexandre Holanda Correia, Vicente Ferreira da Ponte, Manoel Coelho Ferreira, José de Araújo Costa, Manoel da Cunha, Antônio Miguel Pinheiro, João Marques da Costa, Feliciano José de Almeida, Manoel Ferreira Torres, André José Moreira da Costa Cavalcante, Manoel de Souza de Carvalho, Miguel Alves de Lima, Antônio de Carvalho Souza e José da Costa Souza.

Diego Carneiro

22 de setembro de 2025

Como citar esse texto:

CARNEIRO, Diego. De Caiçara a Sobral. História e Genealogia do Baixo Acaraú [recurso eletrônico]. Fortaleza, 22 de setembro de 2025. Disponível em: https://genealogiabaixoacarau.blogspot.com/2025/09/de-caicara-sobral.html

Referências

ARAÚJO, Pe Francisco Sadoc de. História da Cultura Sobralense. Sobral: Imprensa Universitária - UVA, 1978.

ARAÚJO, Pe. Francisco Sadoc de. Cronologia Sobralense- Séculos XVII e XVIII- 1604-1800. 2ª edição. Volume 1/ Fortaleza: Edições ECOA, 2005

ARAÚJO, Pe. Francisco Sadoc de. Raízes Portuguesas do Vale do Acaraú. 2ª edição. Sobral: Edições UVA, 2000.

ARARIPE, Tristão de Alencar. História da província do Ceará. Desde os tempos primitivos até 1850. Fortaleza, 1867.

BERREDO, Bernardo Pereira de et al. Anais históricos do Estado do Maranhão. São Luis, Alumar, 1988.

FROTA, D. José Tupinambá da Frota. História de Sobral. Fortaleza: Editora Henriqueta Galeno, 1974.

LEAL, Vinícius Barros. A colonização portuguesa no Ceará: o povoamento. UFC, Casa de José de Alencar, Programa Editorial, 1993.

LINHARES, Padre Fortunato Alves. Notas Históricas da cidade de Sobral. Revista do Instituto Histórico do Ceará, Fortaleza, tomo XXXVI, 1922, p. 256-257.

LIRA, João Mendes. De caiçara a Sobral. Sobral-Ce: Departamento de Imprensa Oficial, 1971.

POMPEU, João. Sobral: tentativa de interpretação histórica de sua ação polarizadora sobre a região. Revista de Ciências Sociais: RCS, v. 3, n. 2, p. 105-121, 1972.

COSTA, Antônio Carlos Campelo; ROCHA, Herbert de Vasconcelos. Sobral da origem dos distritos. Sobral-CE, Sobral Gráfica e Editora Ltda, 2008.

STUDART, Guilherme Studart. Datas e factos para a história do Ceará. Typographia Studart, 1896.

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