Esse artigo busca documentar a descendência de João Carneiro da Costa, genearca dos Carneiro do Vale do Acaraú até este que vos escreve. Tenente João Carneiro da Costa, filho de Diogo da Costa Calheiros e Joana Carneiro Brito era natural de Santo Amaro do Jaboatão, Pernambuco. Mudou-se para a Ribeira do Acaraú na primeira metade do Século XVIII, casando-se com Theresa de Jesus Vasconcelos, natural da Paraíba, filha de Cosme Frazão de Figueroa e Maria Coelho de Vasconcelos. Tiveram os seguintes filhos (Araújo, 2005, p. 211):
1. Manoel Carneiro da Costa, c.c. Rosa Maria da Conceição, filha de Mateus Mendes de Vasconcelos e Maria Ferreira Pinto, a 9 de janeiro de 1766.
2. Maria Teresa de Jesus, que se casou duas vezes. A primeira, com João da Fonseca Alvares, filho de João da Fonseca Alvares e Maria Alvares, a 15 de fevereiro de 1773. A segunda, com seu primo legítimo Antonio Gomes de Albuquerque, fi lho de Caetano Gomes da Silva e Francisca Maria de Vasconcelos, a 21 de julho de 1781.
3. Ana, que faleceu em tenra idade a 26 de julho de 1758.
João Carneiro da Costa faleceu a 25 de maio de 1758, conforme seu registro de óbito (abaixo). Eram proprietários e residentes da Fazenda Sapó, hoje localidade de Santana do Acaraú (Araújo, 2005, p. 210).
Transcrição:
Aos vinte e cinco dias do mês de maio de mil setecentos e cincoenta e oito faleceo da vida presente, de doença que Deos lhe deo, o Tenente João Carneiro da Costa, homem branco, casado, morador nesta Freguezia, confessado, sacramentado e ungido, com seo testamento sem aprovação e como este ad causas pias inda que não seja aprovado sempre tem vigor e muita força conforme o Direito ensina, por isso aqui expresso o que deixou se fizesse primeiramente. Deixa por seus testamenteiros a Zacarias de Sousa Marinho, à sua mulher Dona Theresa de Jesus e ao seo sogro Cosme Frazão de Figueroa. Deixa por sua alma um officio de corpo presente, doze missas também de corpo presente e mais cinco capellas de missas: três por sua alma, duas por alma de seo pai e huma por alma de sua mãe. Item deixa uma festa com missa cantada e sermão à gloriosa Santa Anna, na sua capela, nesta freguezia. Item depois de cumpridos seos legados e pagas suas dívidas, seos filhos serão seos universais herdeiros. Foi envolto em hábito franciscano e enterrado nesta Igreja Matriz, encomendado por mim, de que fiz este termo em que me assigno. Manoel da Fonseca Jayme, cura do Acaracu.
Ajudante Manoel Carneiro da Costa
João Carneiro da Costa e Thereza de Jesus Vasconcelos foram pais do Ajudante Manoel Carneiro da Costa, nascido em 1744, que, por sua vez, casou-se com Rosa Maria da Conceição Vasconcelos, filha do Capitão Mateus Mendes de Vasconcelos e de Maria Ferreira Pinto Brandão, a 9 de janeiro de 1766 (Figueiredo, 2010, p.55). Foram pais de:
1. Antônio Carneiro da Costa, n. 10/11/1766, b. 17/11/1766, casou-se duas vezes. A primeira com Ana Bezerra de Araújo (n. 1781, f. 28/09/1823 na Serrota), filha de Inácio Bezerra de Menezes e Maria Madalena, a 21/09/1797. E a segunda com Luzia de Araújo Costa, filha de Custódio de Araújo Costa e Barbara Maria da Soledade;
2. Alberto Ferreira da Costa, c.c. Rita Teresa de Jesus (n. 07/03/1780, b. 14/05/1780 na Tucunduba), filha de Manuel Ferreira Fonteles Filho e Ana Maria da Conceição, a 22/08/1806;
3. Vicente Carneiro da Costa, n. 04/10/1768, b. 09/11/1768, c.c. Rita Joaquina de Jesus, filha de Francisco Manuel de Araújo e Teresa Maria de Jesus, a 16/02/1801;
4. José Carneiro da Costa, c.c. Maria Teresa de Jesus, filha de João Gomes de Albuquerque e Antônia Francisca de Araújo, a 17/05/1801, na Matriz;
5. Maria Carneiro da Costa, n. 20/08/1770, b. 27/10/1770;
6. Joaquim Carneiro da Costa, c. na Capela de Santana c. Maria Lourença, filha do Ajudante Manuel Lourenço da Costa e Ana Maria da Conceição, a 31/05/1804;
7. Manoel Carneiro da Costa, fal. em 10/10/1814 e foi casado três vezes. A primeira com Francisca Maria de Jesus, filha de Manuel Lourenço da Costa e Rita Ferreira de Jesus. A segunda com Teresa Maria de Jesus, filha de Manuel Ferreira da Rocha e Maria Joaquina. A terceira com Isabel Maria do Carmo, irmã da precedente.
Em 1788, o Ajudante Manoel Carneiro da Costa declarou a Câmara de Sobral ser proprietário da Fazenda Sapó, as margens do Rio Acaraú, com a seguinte descrição: "Uma légua de terra de comprido, com meia de largo, para uma só banda do dito rio que principia com as terras das pedras de gado e finda com as terras do Olho D'Água" (Frota, 1974, p. 110). Na mesma ocasião declarou possuir 678 cabeças de gado, vacum e cavalar, implementos agrícolas diversos, como carros, machados, foices, etc., além de dez escravizados. Também informou a venda de gado no Porto de Itapagé a Manoel Rodrigues.
Possuíam ainda a Fazenda Serrote, descrita como tendo "Duas léguas de terras de comprido... por uma só banda, no Riacho das Rolas, que principia com as terras do Capitão Antônio Coelho de Albuquerque e finda com as terras do Tenente Inácio da Cunha de Araújo" (Ibidem, p. 111). Nas duas propriedades, declarou plantar 15 mil covas de mandioca, uma quarta de milho e uma quarta de feijão, para consumo próprio, e sessenta braças de algodão.
O Ajudante Manoel Carneiro da Costa faleceu a 17 de dezembro de 1811, com 66 anos, e foi sepultado na Igreja Matriz de Sobral (Araújo, 2005, p. 60).
Capitão Manoel Carneiro da Costa
Manoel e Rosa foram pais do Capitão Manoel Carneiro da Costa, nascido em dezembro de 1779, conforme termo de batismo abaixo. Manoel casou-se três vezes, a primeira com Francisca Maria de Jesus, filha de Manoel Lourenço da Costa e Sebastiana Inácia Ximenes de Vasconcelos. A segunda com Teresa Maria de Jesus, filha do Capitão Manoel Ferreira da Rocha e Maria Joaquina da Conceição. E a terceira com Isabel Maria do Carmo, irmã de sua segunda esposa.
Transcrição:
Manoel, filho legítimo de Manoel Carneiro da Costa e de sua mulher, Rosa Maria da Conceição, naturais e moradores desta Freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Vila de Sobral, neto paterno de João Carneiro da Costa e sua mulher, Dona Thereza de Jesus, naturais da Paraíba, e materno de Mateus Mendes Vasconcelos, natural de Bastos do Rac... de Braga, e de sua mulher, Maria Ferreira Pinto Brandão, desta freguesia, nasceu em dias do mês de dezembro do ano passado e foi batizado em santos óleos a dez de janeiro deste ano de mil setecentos e oitenta, nesta igreja Matriz, pelo Padre Coadjutor Antônio Jácome Bezerra de... foram padrinhos Pedro Enez (?) da Rocha Ribeiro, solteiro, e Dona Paula Josefa..., mulher d Antônio... moradores desta freguesia, do que para constar fiz este termo que assino. João Ribeiro Pessoa.
No inventário de Manoel Carneiro da Costa, aberto em 1848, consta a relação de seus filhos legítimos. Do primeiro casamento, constam:
1. Ana Francisca da Conceição, c.c. Vicente da Costa Carneiro, filho do Tenente José Carneiro da Costa e Maria Teresa de Jesus, em 15 de julho de 1827;
2. Maria Thereza de Jesus, c.c. Manoel Mendes da Costa, filho do Tenente José Carneiro da Costa e Maria Teresa de Jesus, em 14 de julho de 1827;
3. Rosa Maria da Conceição, c.c. Antônio da Costa Carneiro, filho de Manoel Ferreira da Costa e de Anna Thereza de Jesus;
4. Maria Thereza da Conceição, c.c. José Carneiro da Costa Silva, filho do Tenente José Carneiro da Costa e Maria Teresa de Jesus, em 17 de fevereiro de 1833;
Do segundo matrimônio, constam:
5. Frederico Carneiro da Costa, c.c. Maria Tereza de Aragão de Vasconcelos, filha de José Ximenes de Vasconcelos e Maria Joaquina da Conceição, em 13 de maio de 1842;
6. Carlota Maria da Conceição, c.c. Manoel Zeferino da Ponte, filho de José Ferreira da Ponte e Maria da Ressurreição Viana, em 25 de junho de 1835;
7. Carolina Maria da Conceição, c.c. Manoel Mendes da Costa, filho do Tenente José Carneiro da Costa e Maria Teresa de Jesus, em 14 de julho de 1827;
Do terceiro matrimônio, constam:
8. José da Costa Carneiro, n. 4 de abril de 1826, c.c. Maria José do Carmo Menezes, filha Tenente José Carneiro da Costa Junior e Ana Theodora de Menezes;
9. Joaquim da Costa Carneiro, n. 22 de abril de 1827;
10. Brasiliano, n. 17 de abril de 1831;
11. Manoel, n. ~1836;
12. Francelina Cristina Carneiro, c.c. Joaquim Alves Cavalcante, filho de Gabriel José de Holanda Cavalcante e Joaquina Madeira de Vasconcelos, em 3 de novembro de 1858;
13. Biza, n. ~1838;
14. Maria, n. ~1838;
15. Constança*, n. ~1832;
16. Joaquina, n. ~1823, faleceu aos 7 anos de idade em 1830*;
Constam ainda no inventário de Manoel Carneiro da Costa, as seguintes propriedades rurais: Fazenda Sapó, Sitio Araticum, Mucuripe, Espinhos, Várzea Redonda e Olho d'Água do Bois e Santa Quitéria. No testamento de Isabel Maria do Carmo, terceira esposa de Manoel, esta declarou possuir "esta casa de morada onde habito com uma posse de terra que denomina Sapó Velho, uma posse de terra no lugar Pedra Redonda da Freguesia do Acaraú..." (fl. 2).
Escravizados de Manoel Carneiro da Costa, em 1848:
- Vicente, n. ~1831, cabra, avaliado em 350$000 (trezentos e cinquenta mil réis);
- Laura (?), n. ~1824, cabra, avaliada em 400$000 (quatrocentos mil réis);
- Margarida, n. ~1826, cabra, avaliada em 350$000 (trezentos e cinquenta mil réis);
- Thereza, n. ~1842, cabra, avaliada em 180$000 (cento e oitenta mil réis);
- Joaquina, n. ~1847, cabra, avaliada em 100$000 (cem mil réis);
*Citadas apenas no inventário da mãe, a terceira esposa de Manoel.
Frederico Carneiro da Costa
Frederico Carneiro da Costa foi o primeiro filho do segundo matrimônio do Capitão Manoel Carneiro da Costa, com Thereza Maria de Jesus. Frederico se casou com Maria Thereza de Jesus, filha de José Ximenes de Aragão e Marina Joaquina da Conceição, em 13 de maio de 1842 (abaixo).
Transcrição:
"Aos treze de maio de mil oitocentos e quarenta e dois, na Matriz de Santanna, com assistência do Rev. Padre Antônio dos Santos de Andrade e das testemunhas Manoel Mendes Carneiro e Manoel Joaquim de Vasconcelos... de os nubentes em matrimônio Frederico Carneiro da Costa, filho legítimo de Manoel Carneiro da Costa e de Thereza Maria de Jesus, com Maria Thereza de Jesus, filha legítima de José Ximenes de Aragão e de Maria Joaquina da Conceição, tudo procedendo as formalidades... logo receberão os banhos do que para constar fiz esta que assino."
Consta no Livro de Registro de Terras da Freguesia de Santana 1857-1859, as seguintes propriedades declaradas por Frederico Carneiro da Costa: "três posses de terras mestiças, uma no Cipoal e duas em Santa Rita, desta Freguesia" (nº 356, fl. 41), e "uma posse de terra nas Intans e outra na Serra do Mucuripe, no Sitio do Engenho, desta Freguesia" (nº 358, fl. 41). Acredita-se que ao menos parte da Fazenda Intans tenha sido recebida como dote, uma vez que consta uma menção a uma casa nesse local no inventário de José Ximenes de Aragão, integrou outrora a Fazenda Tucunduba de Manoel Ferreira Fonteles. Ximenes de Aragão declarou também possuir duas posses de terras nos Espinhos (nº 741, fl. 79v.).
Antônio Frederico Carneiro
Segundo o Prof. Daniel Caetano Figueiredo, esses foram pais de Antônio Frederico Carneiro (Figueiredo, 2010, p. 78). No Censo Agropecuário de 1920, ele ainda consta como proprietário da Fazenda Intans, em Sant'Anna, hoje localidade do município de Morrinhos (Brasil, 1920, nº 95, p. 220). Antônio casou-se com Maria José Carneiro [Vasconcelos, quando solteira], pais de Raimundo Frederico Carneiro, nascido em 1888, como consta no arrolamento de bens de sua mãe.
Nessa ocasião foram declarados os seguintes bens:
"Sessenta e três braças de terra dita Ribeira do Acaraú, légua denominada Espinhos, deste termo, havidos pela arrolante por herança de sua por herança de sua falecida mãe e sogra, Dona Maria Thereza de Jesus, antes da promulgação do Código Civil. / Uma casa de tijolo e telha com duas portas e com janela de frente, localizada no lugar Intans, deste termo. / Sant'Anna, 31 de outubro de 1935 / Antônio Frederico Carneiro" [4, fl. 4].
Corroborando o que foi dito antes, o trecho em destaque mostra que Maria Thereza de Jesus, esposa de Manoel Carneiro da Costa, era sogra de Maria José, portanto, mãe de Antônio Frederico Carneiro. A Fazenda Espinhos pertenceu a Manoel Ferreira da Rocha, avô materno de Frederico Carneiro da Costa (Araújo, 2005, p. 410).
Transcrição:
"Relação de bens e dos herdeiros de Dona Maria José Carneiro, falecida nesta terra com 60 anos de idade e casada que era com Antônio Frederico Carneiro pelo regime de comunhão, cujo falecimento ocorreu no lugar Espinhos, aos 23 de julho de 1930, sem que a mesma deixasse testamento. / Filhos / 1º) Raymundo Frederico Carneiro, casado... 47 anos de idade, residente no lugar Córrego, deste termo."
Raimundo Frederico Carneiro
Raimundo casou-se com sua prima legítima Sancha Carneiro da Costa [ou Vasconcelos], filha José Frederico Carneiro e Maria do Livramento Vasconcelos, a 9 de setembro de 1908, na Capela da Mutambeira (baixo) e, três anos depois, em 30 de junho de 1911, fez o registro civil no Cartório de Morrinhos. No termo de casamento, consta que Raimundo era criador e que o casal morava na Fazenda Salgado.
Essa propriedade pertenceu ao Capitão Mateus Mendes de Vasconcelos, conforme declarou a Câmara de Sobral em 1788: "meia légua de terra de comprido por uma de largo para uma só banda do Rio Acaraú, que principia com as terras do filho Manuel Francisco de Vasconcelos [Marco] e finda com as terras do Capitão Manoel Ferreira Fonteles no sítio denominado" (Frota, 1974, p. 445). Essa fazenda passou ao seu filho, Manoel Francisco de Vasconcelos, trisavô da mãe de Sancha (Araújo, 2005, p. 337).
Transcrição:
"Aos nove de setembro de de mil novecentos e oito, na Mutambeira, da Freguesia de Sant'Anna, do Bispado do Ceará, em minha presença compareceram Raimundo Frederico Carneiro e Sancha Carneiro da Costa, em tudo habilitados e sem impedimento, os quais receberam por marido e mulher e logo lhes dei as bençãos nupciais. Sendo testemunhas José Adriano Ferreira e José Ferreira Maranhão. E para constar, fiz esse assento que assino. O Vigário Francisco Theótime de Maria Vasconcelos".
Transcrição:
Aos trinta dias do mês de junho de mil novecentos e onze, pelas oito horas da manhã, nesta povoação de Morrinho do Termo de Sant'Anna da povoação do Acarahú do Estado do Ceará, no cartório do registro civil, presente o Juiz de casamentos deste distrito... José Hermínio de Vasconcelos, comigo escrivão do registro civil e as testemunhas Francisco Bento de Vasconcelos e João Aurélio da Vera Cruz e excelentíssimas senhoras Dona Maria José de Vasconcelos e Maria do Carmo Oquendo de Vasconcelos, receberam-se em matrimônio Raymundo Frederico Carneiro, de vinte e três anos de idade, filho legítimo de Antônio Frederico Carneiro e de Maria José de Vasconcelos, criador natural da Freguesia de Sant'Anna, criados e residentes na Fazenda Salgado, e Sancha Carneiro de Vasconcelos, com vinte e cinco anos de idade, filha legítima de José Frederico Carneiro e de Maria do Livramento Vasconcelos, serviço doméstico, natural da Freguesia de Santana, moradora no Salgado. Os quais esta ato declararam que tinham tido antes do casamento os seguintes filhos, João Batista Carneiro, de dois anos de idade, Francisco, de seis meses de idade. Em firmesa do que eu João Oquendo de Vasconcelos, lavro este auto, que vai assinado pelo Juiz centrahecito e testemunhas, a primeira de vinte e seis anos de idade, a segunda de vinte e três anos, criadores, moradores desta povoação, a terceira de dezenove anos de idade, a quarta de vinte e um anos de idade, ambas serviço doméstico, moradoras desta povoação; assinando a rogo da contraente a primeira testemunha. Eu, João Oquendo de Vasconcelos, escrivão do registro civil escrevi e assino. / José Hermínio de Vasconcelos / Raymundo Frederico Carneiro / Sancha Carneiro de Vasconcelos / Francisco Bento de Vasconcelos / João Aurélio da Vera Cruz / Maria José de Vasconcelos / Maria do Carmo Oquendo de Vasconcelos / João Oquendo de Vasconcelos.
Geraldo Frederico Carneiro
Foram pais de meu avô paterno, Geraldo Frederico Carneiro, casado com Maria José Vasconcelos, filha de João Batista Vasconcelos e Francisca Adalgisa Vasconcelos, em 19 de julho de 1948.
Transcrição:
"Aos dezenove de julho de mil novecentos de quarenta e oito, feitas as denunciações canônicas e mais formalidades prescritas e não apontando impedimento algum, na Igreja Matriz, em presença do Vigário e das testemunhas Miguel Ibiapina Vasconcelos e José Patromarte Vasconcelos, receberam-se em matrimônio com palavras de presente Geraldo... Frederico e Maria José Vasconcelos; ele, filho legítimo de Raimundo Frederico Carneiro e Sancha Frederico Carneiro, natural da freguesia de Marco e morador da mesma; ela, filha legítima de João Batista Vasconcelos e Francisca Adalgisa Vasconcelos, natural da Freguesia de Marco e moradora na mesma: e logo lhes dei as bênçãos nupciais na forma do Ritual Romano, do que para constar lavrou-se este termo que assino. O Vigário Padre Francisco Apoliano".
03 de julho de 2026
CARNEIRO, Diego. De João Carneiro da Costa a Geraldo Frederico Carneiro. História e Genealogia do Baixo Acaraú [recurso eletrônico]. Fortaleza, 03 de julho de 2026. Disponível em: https://genealogiabaixoacarau.blogspot.com/2026/06/de-joao-carneiro-da-costa.html
Referências
ARAÚJO, Pe. Francisco Sadoc de. Cronologia Sobralense- Séculos XVII e XVIII- 1604-1800. 2ª edição. Volume 1/ Fortaleza: Edições ECOA, 2005.
BRASIL. Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio. Directoria Geral de Estatística. Recenseamento do Brazil realizado em 1º de setembro de 1920. Volume XVI. Rio de Janeiro: Typographia da Estatística, 1920.
FIGUEIREDO, Daniel Caetano. A Família Carneiro do Sapó - Santana do Acaraú - Ceará (1744-2010). Sobral, 2010.
FROTA, Luciara S. Aragão (Org). Estudo sobre o Remanejamento da Pecuária na Zona Norte do Ceará. Fortaleza: SUDEC, 1974, 2 volume.
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